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sexta-feira, 6 de julho de 2012
quinta-feira, 5 de julho de 2012
Como utilizar o potencial dos virais das redes sociais também no e-mail marketing
Pois não é que a Luiza que estava de férias (no Canadá?), voltou e nos dá algumas dicas para explorar a viralização da internet.
Na verdade a colaboração é do Juliano Marcílio, Presidente de Marketing Services da Experian América Latina, que traz conceitos importantes para maior ROI nas ações digitais neste artigo enviado pela assessoria.
Vamos ao artigo:
Que o e-mail marketing viveu uma fase de transição, saindo da era de massificação de disparos e chegando ao conceito de segmentação, ou seja, e-mail marketing como relacionamento, já se sabe. No entanto, relevância e, principalmente, engajamento são conceitos que merecem uma atenção especial, e, talvez, uma era própria na história do e-mail marketing.
Durante todo o processo de aculturamento das empresas às boas práticas, em que se pregava constantemente que e-mail marketing não deve ser usado para prospecção, mas sim como uma ferramenta de comunicação com o usuário, relevância sempre foi um dos pontos levantados. Porém, o principal conceito utilizado era de que a boa campanha de e-mail marketing cria relacionamentos, é conveniente, prestativa, informativa, importante e desejada pelo destinatário.
No entanto, hoje, relevância ganha cada vez mais importância. Não basta apenas criar a peça certa para o usuário certo. É preciso que haja engajamento. No dicionário, engajamento significa comprometimento e empenho, e o engajamento no e-mail marketing é isso: que o usuário não só interaja com suas campanhas, mas que se comprometa a receber bem suas peças e sempre tenha qualquer tipo de interação com elas.
Em tempos em que é cada vez mais difícil alcançar diretamente a caixa de entrada do usuário – segundo dados da Return Path, somente 64% dos e-mails têm o destino alcançado -, o engajamento é essencial. Fazer com que o cliente interaja com sua peça e perceba que suas campanhas são interessantes, que quer continuar recebendo e vê com bons olhos esse relacionamento, é fundamental para o sucesso das ações de e-mail marketing.
Como principal meio para alcançar esse grau de engajamento está a relevância. Não basta segmentar e fazer uma peça voltada a promoções de artigos esportivos para um usuário fã de esportes. Muitas vezes, somente criar as mesmas campanhas com promoções de tênis e algumas camisas não é eficiente, pois, após uma sequência de três ou quatro interações, a relevância acaba tornando-se limitada, com os e-mails sendo deletados automaticamente, o que aumenta as possibilidades de que caiam na blacklist.
É preciso ir além e entender quais as verdadeiras necessidades desse usuário e oferecer soluções para ele. Para qual time torce? Mês de aniversário? Ofertas especiais? Frete grátis? É preciso ser relevante e inovar.
Mantendo a relevância e a atenção do cliente sempre em alta, o engajamento pode não acontecer nas primeiras peças, mas a interação sempre garantirá um bom recebimento, aumentando não só as chances de se encaixar na parcela dos e-mails que vão direto para a caixa de entrada, mas também de alcançar o tão sonhado ROI.
*Juliano Marcílio é Presidente de Marketing Services da Experian América Latina
Na verdade a colaboração é do Juliano Marcílio, Presidente de Marketing Services da Experian América Latina, que traz conceitos importantes para maior ROI nas ações digitais neste artigo enviado pela assessoria.
Vamos ao artigo:
Que o e-mail marketing viveu uma fase de transição, saindo da era de massificação de disparos e chegando ao conceito de segmentação, ou seja, e-mail marketing como relacionamento, já se sabe. No entanto, relevância e, principalmente, engajamento são conceitos que merecem uma atenção especial, e, talvez, uma era própria na história do e-mail marketing.
Durante todo o processo de aculturamento das empresas às boas práticas, em que se pregava constantemente que e-mail marketing não deve ser usado para prospecção, mas sim como uma ferramenta de comunicação com o usuário, relevância sempre foi um dos pontos levantados. Porém, o principal conceito utilizado era de que a boa campanha de e-mail marketing cria relacionamentos, é conveniente, prestativa, informativa, importante e desejada pelo destinatário.
No entanto, hoje, relevância ganha cada vez mais importância. Não basta apenas criar a peça certa para o usuário certo. É preciso que haja engajamento. No dicionário, engajamento significa comprometimento e empenho, e o engajamento no e-mail marketing é isso: que o usuário não só interaja com suas campanhas, mas que se comprometa a receber bem suas peças e sempre tenha qualquer tipo de interação com elas.
Em tempos em que é cada vez mais difícil alcançar diretamente a caixa de entrada do usuário – segundo dados da Return Path, somente 64% dos e-mails têm o destino alcançado -, o engajamento é essencial. Fazer com que o cliente interaja com sua peça e perceba que suas campanhas são interessantes, que quer continuar recebendo e vê com bons olhos esse relacionamento, é fundamental para o sucesso das ações de e-mail marketing.
Como principal meio para alcançar esse grau de engajamento está a relevância. Não basta segmentar e fazer uma peça voltada a promoções de artigos esportivos para um usuário fã de esportes. Muitas vezes, somente criar as mesmas campanhas com promoções de tênis e algumas camisas não é eficiente, pois, após uma sequência de três ou quatro interações, a relevância acaba tornando-se limitada, com os e-mails sendo deletados automaticamente, o que aumenta as possibilidades de que caiam na blacklist.
É preciso ir além e entender quais as verdadeiras necessidades desse usuário e oferecer soluções para ele. Para qual time torce? Mês de aniversário? Ofertas especiais? Frete grátis? É preciso ser relevante e inovar.
Mantendo a relevância e a atenção do cliente sempre em alta, o engajamento pode não acontecer nas primeiras peças, mas a interação sempre garantirá um bom recebimento, aumentando não só as chances de se encaixar na parcela dos e-mails que vão direto para a caixa de entrada, mas também de alcançar o tão sonhado ROI.
*Juliano Marcílio é Presidente de Marketing Services da Experian América Latina
6 Dicas de Marketing para Pequenas Empresas
Invista nas redes sociais
Se sua empresa ainda não tem uma página na internet ou perfis nas principais redes sociais é hora de tomar uma atitude. Cada vez mais as pessoas compram e discutem marcas e produtos pela rede e as empresas que ficarem de fora desse movimento vão perder novos consumidores. Além disso, através das redes sociais é possível ouvir os clientes, encontrar pontos a melhorar e fazer mudanças no negócio seguindo a demanda de quem compra.
Construa uma marca forte
Mesmo que não se torne conhecida do público geral, é importante para uma pequena consolidar a marca em seu mercado potencial. Para isso, funcionários, colaboradores e clientes precisam ter clareza sobre a imagem da empresa, já que são eles quem ajudam a divulgá-la. Ter uma posição clara no mercado e construir uma identidade visual padronizada – abrangendo de cartão de visitas a folhetos promocionais – é fundamental.
Ofereça um bom atendimento
A impressão que um cliente leva da sua empresa importa tanto quanto o produto. Seja durante ou depois da venda, é imprescindível ter um bom atendimento. Isso inclui responder às solicitações e reclamações dos consumidores com agilidade e manter um canal direto entre eles e a empresa. Oriente toda a equipe e tenha respostas rápidas para atender às dúvidas. Com um atendimento bem definido, fica mais fácil receber sugestões de mudanças e melhorias, por exemplo.
Calcule o retorno do marketingAlgumas métricas de marketing exigem pesquisas e relatórios elaborados. Outras, porém, podem ser percebidas rapidamente no andamento do negócio. Antes de uma ação, investigue quem é o seu público e qual o efeito esperado. Tenha uma planilha organizada que compare o objetivo da nova estratégia com o resultado conseguido. Compare também os números do período anterior para calcular o impacto do esforço feito para divulgar a marca.
Faça um plano de marketing
O planejamento de marketing é tão importante quanto o plano de negócios e o tributário. O primeiro passo é analisar os fatores externos e internos que podem influenciar o desempenho da empresa. Entenda como funciona o comportamento de compra do cliente e conheça bem os outros players no mercado. Isso ajuda a definir o posicionamento da empresa e traçar as estratégias, os objetivos e as metas de marketing. Todo plano de marketing deve ter um cronograma que indique um responsável para cada ação.
Informe-se e estude
Para os empreendedores que não têm uma formação em administração ou uma boa base em conceitos de marketing, os livros podem ser uma saída. Existe uma extensa bibliografia sobre o assunto da qual os pequenos empresários podem tirar proveito. Para começar, busque um autor consagrado, como Philip Kotler e seu livro Administração de Marketing. Se o foco for serviços, a dica é ler Marketing de serviços: pessoas, tecnologia e resultados, de Lovelock e Wirtz. Para ajudar na elaboração do plano de marketing fique com Planos de marketing, de McDonald.
Se sua empresa ainda não tem uma página na internet ou perfis nas principais redes sociais é hora de tomar uma atitude. Cada vez mais as pessoas compram e discutem marcas e produtos pela rede e as empresas que ficarem de fora desse movimento vão perder novos consumidores. Além disso, através das redes sociais é possível ouvir os clientes, encontrar pontos a melhorar e fazer mudanças no negócio seguindo a demanda de quem compra.
Construa uma marca forte
Mesmo que não se torne conhecida do público geral, é importante para uma pequena consolidar a marca em seu mercado potencial. Para isso, funcionários, colaboradores e clientes precisam ter clareza sobre a imagem da empresa, já que são eles quem ajudam a divulgá-la. Ter uma posição clara no mercado e construir uma identidade visual padronizada – abrangendo de cartão de visitas a folhetos promocionais – é fundamental.
Ofereça um bom atendimento
A impressão que um cliente leva da sua empresa importa tanto quanto o produto. Seja durante ou depois da venda, é imprescindível ter um bom atendimento. Isso inclui responder às solicitações e reclamações dos consumidores com agilidade e manter um canal direto entre eles e a empresa. Oriente toda a equipe e tenha respostas rápidas para atender às dúvidas. Com um atendimento bem definido, fica mais fácil receber sugestões de mudanças e melhorias, por exemplo.
Calcule o retorno do marketingAlgumas métricas de marketing exigem pesquisas e relatórios elaborados. Outras, porém, podem ser percebidas rapidamente no andamento do negócio. Antes de uma ação, investigue quem é o seu público e qual o efeito esperado. Tenha uma planilha organizada que compare o objetivo da nova estratégia com o resultado conseguido. Compare também os números do período anterior para calcular o impacto do esforço feito para divulgar a marca.
Faça um plano de marketing
O planejamento de marketing é tão importante quanto o plano de negócios e o tributário. O primeiro passo é analisar os fatores externos e internos que podem influenciar o desempenho da empresa. Entenda como funciona o comportamento de compra do cliente e conheça bem os outros players no mercado. Isso ajuda a definir o posicionamento da empresa e traçar as estratégias, os objetivos e as metas de marketing. Todo plano de marketing deve ter um cronograma que indique um responsável para cada ação.
Informe-se e estude
Para os empreendedores que não têm uma formação em administração ou uma boa base em conceitos de marketing, os livros podem ser uma saída. Existe uma extensa bibliografia sobre o assunto da qual os pequenos empresários podem tirar proveito. Para começar, busque um autor consagrado, como Philip Kotler e seu livro Administração de Marketing. Se o foco for serviços, a dica é ler Marketing de serviços: pessoas, tecnologia e resultados, de Lovelock e Wirtz. Para ajudar na elaboração do plano de marketing fique com Planos de marketing, de McDonald.
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